• Treinamento de "inbounds" deste ano 2013.

    Qui, 17 de Outubro de 2013 08:42
  • seleção de intercâmbio

    Sex, 11 de Julho de 2014 17:11
  • Primeiro RYLA Nacional

    Ter, 15 de Setembro de 2009 20:36
  • Programa de Longo Prazo

    Ter, 15 de Setembro de 2009 20:34
  • Jovens do Distrito 4530 finalizam os preparativos para o intercâmbio 2010/2011

    Sex, 24 de Julho de 2009 21:00

Alguns dos problemas mais comuns enfrentados pelos estudantes são:

Falta de proficiência no idioma local

Independente da preparação antes do intercâmbio, o estudante tem que se adaptar continuamente ao idioma do país, devendo estar preparado para mal-entendidos e frustrações em suas tentativas de comunicação. Deve-se ser cuidadoso nesta questão, buscando falar clara e pausadamente. O jovem deve procurar ter certeza de que entendeu o que estão lhe dizendo e não hesitar em pedir esclarecimentos e discutir algum problema mais detalhadamente. Em alguns casos, pode ser necessário pedir ajuda a outra pessoa fluente em ambos os idiomas, seja um professor, um intérprete ou outro estudante de intercâmbio proveniente do mesmo país. Deve-se ter sempre consigo um bom dicionário.

Saudades da família

A maioria dos participantes de intercâmbio sofre algum tipo de saudades durante o período longe de casa. Isto é normal, especialmente no começo do programa quando tudo é des-conhecido, e logo após a excitação inicial quando a rotina se estabelece. É comum se sentir sozinho, sensação que aumenta se estiver enfrentando alguma dificuldade de adaptação. Nesta hora, quando os problemas parecem insolúveis, a tendência é lembrar nostalgicamente do lar distante. A melhor solução para o jovem é manter-se ocupado com uma variedade de atividades, tentar contatar alguém que fale seu próprio idioma, começar um novo hobby ou participar de funções comunitárias. O rotariano conselheiro e o orientador pedagógico da escola estão sempre disponíveis para ajudar.

Uso de telefone e e-mail

Telefonar ou mandar e-mails a pessoas do país natal alivia as saudades de casa, mas o estudante deve tentar limitar estes contatos, principalmente para não onerar a família anfitriã e abusar de sua generosidade. Além disso, o constante contato com familiares e amigos diminui a habilidade de assimilação da cultura local. Contudo, para que os pais se sintam mais tranqüilos, deve ser permitida comunicação regular do estudante com sua família e o Rotary Club patrocinador, para informá-los sobre impressões e problemas que esteja tendo. Os pais também devem ser comunicados sobre qualquer plano de viagem com a família anfitriã ou algum grupo rotário, e sobre as experiências positivas vividas pelo jovem.